Tecnologia

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DRONES
10 de outubro de 2019

Ideias que decolam junto com os Drones


Por Alexandre Scussel

Imersos em um mundo cheio de gadgets poderosos, pequenos e mais acessíveis, a informação digitalizada, confiável e precisa nunca nos foi tão importante. Gerar dados não é mais exclusividade de empresas ou governos, a transformação digital deu poder para as pessoas produzirem e disseminarem informações.

Mas como saber se tudo isso que está sendo gerado tem valor? E como gerar soluções que realmente trarão benefícios para quem precisa?

Poderosos captadores de dados, os Drones (que oficialmente são chamados de Aeronaves Remotamente Pilotadas – RPAS em inglês) têm seu lugar garantido no dia a dia de empresas e órgãos públicos. Esta tecnologia é tão eficiente que será responsável por movimentar 15 bilhões de dólares nos próximos três anos, segundo dados de instituições de pesquisas.

Abocanhar uma fatia deste gigantesco bolo pode não parecer tão difícil – afinal os zangões não são difíceis de serem comprados (só no Brasil já são mais de 70 mil Drones registrados) – MAS… como gerar valor com eles? E aqui eu não estou falando de dólares ou reais, mas sim de VALOR, e que consequentemente vai gerar as tão sonhadas “verdinhas”.

A pilotagem de Drones é uma atividade profissional muito recente. E para entender porque ela é tão nova e porque está sendo tão demandada, é muito importante destacar três pontos principais.

1. Legislação
2. Tecnologia
3. Valor agregado e mercado de trabalho.

Sobre legislação, cada país tem leis específicas que permite ou não o uso de Drones em seu território. No Brasil, desde maio de 2017, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) lançou a lei permitindo o uso e exploração comercial de serviços com Aeronaves Remotamente Pilotadas no nosso país. Claro que temos algumas regras a seguir, além de categorias que devemos respeitar para voar dentro da lei. Por exemplo, devem ser observada altura de voo, locais impróprios, proximidade de pessoas, visualização constante sobre o equipamento, peso máximo de decolagem, entre muitas outras regras. AH!  Não se esqueça dos registros, documentos e seguro obrigatórios!

Sobre tecnologia, o avanço e a miniaturização dos componentes e dos sensores (câmeras) permitiram o uso profissional dos nossos zangões controlados à distância, além, é claro, do preço se tornar cada vez mais acessível. Assim, nossos amados Drones se tornaram muito populares nos últimos anos, sobretudo com o aprimoramento dos softwares de planejamento de voo e processamento dos dados, fazendo com que diversos setores voltassem o seu olhar para estes equipamentos que, antes restritos somente ao hobby e às filmagens, se tornassem fontes de dados rápidas, seguras, precisas e altamente versáteis. E isso nos leva ao nosso terceiro ponto: Valor agregado e mercado e trabalho

Nos últimos dois anos, principalmente, os setores de engenharia, infraestrutura e agricultura são os que mais perceberam o altíssimo valor gerado pelas aeronaves remotamente pilotadas. Portanto, grandes empresas e corporações já estão contratando pilotos e consultorias ou estão em busca de prestadores de serviços para utilizarem os dados capturados do alto, por meio do que chamamos de mapeamento com Drones para gerar dados com altíssima resolução. Ou seja, mesmo pequenos, os Drones conseguem gerar dados muito bons e em um curto intervalo de tempo, por custos muito baixos. Percebendo isso, essas empresas dos setores público e privado estão atrás de expertise e de capital humano qualificado para gerar, processar e analisar esses dados, com diversos objetivos. Podemos citar:

  • Ferrovias, desde projetos novos, ampliação, até inspeção e verificação da faixa de domínio;
  • Rodovias, assim também para as ferrovias, no cadastro de ativos e manutenção por exemplo;
  • Meio ambiente e proteção ambiental, monitoramento de queimadas e áreas de proteção, vigilância, identificação de desmatamento, proteção da fauna, etc.;
  • Inspeções prediais e industriais;
  • Linhas de transmissão e torres eólicas: setor bilionário de geração e transmissão de energia;
  • Agricultura nas suas mais diversas culturas: soja milho, citricultura, cana, árvores, etc..

 

Além desses setores e de muitos outros, os especialistas ainda esperam o aumento nas demandas de delivery (calma, ainda vai demorar para o hambúrguer chegar voando pela janela). Mas os grandes grupos do setor já estão desenvolvendo seus próprios sistemas para entregar produtos com Drones, inclusive no Brasil, como o iFood por exemplo. E cada operação, por mais segura e automatizada que seja, vai sempre precisar de um piloto remoto responsável. É aí que entra a…

CAPACITAÇÃO!

O Centro Europeu tem um dos treinamentos mais completos e sérios do país, focando no mercado profissional, em como gerar ou participar em projetos de alto valor e como atuar como empreendedor neste mercado. Porque não basta você comprar um Drone. Para GERAR VALOR, todos precisam de: capacitação, parcerias, contato com o mercado e networking.

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