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26/06/2018, das 19h30

Mostra Fotográfica da Especialização de Fotografia Autoral

Mostra fotográfica da especialização de fotografia autoral

O Núcleo de Fotografia do Centro Europeu convida para a Mostra Fotográfica da Especialização em Fotografia Autoral dos alunos:

Amanda Nunes

Bem me quero… Mal me quero

Quem nunca despetalou uma flor pensando no primeiro amor: “Bem me quer, mal me quer?”

Partindo dessa memória infanto-juvenil e pensando em como ela formou nosso imaginário enquanto mulher, reinventamos a pergunta e o foco deste querer. Uma proposta de olhar para si, retirando calmamente cada pétala, mas com uma outra pergunta: Bem Me quero? Mal Me quero? 

No momento em que nos despetalamos e olhamos para nossa alma: o que ficou no centro? O que contamos para nós mesmas, quantas mentiras nos dizemos, como nos empurramos para baixo? Como nos desvalorizamos a cada dia, a cada desafio, nos cobramos, nos culpamos. Do que você sente vergonha? O que você esconde? O que te disseram para esconder e você levou pra frente? Quais são os seus defeitos Quem sou eu sem tudo isso, sem tantos adjetivos e pétalas? Com o quê estou me identificando?

Criar uma nova imagem de si, vinda de um processo de aceitação é potente e auxilia na construção da busca pela sua essência. Fazer as pazes com o passado de histórias cocriadas, em uma sociedade machista, por nós mesmas, para criar um futuro empoderado e um presente realizado.

 

Ariane Labre

Hidden – Oculto à primeira vista.

O que não percebemos à primeira vista e está lá todo o tempo.

Ocultos, detalhes solitários, não menos importantes, que juntos compõem um conjunto de elementos tão especiais e magníficos. Assim como as pessoas, e a mim mesma, as múltiplas facetas e composições formam o indivíduo único, onde os detalhes, meio que escondidos esperam uma oportunidade de serem descobertos e admirados.

A fotografia da natureza é o meu principal foto de atuação na fotografia de arte, como forma de fomentar a preservação do meio ambiente e estimular as pessoas a se integrarem mais à natureza.

 

Aurélio Peluso

Para lá, onde.

Este projeto carrega intrinsicamente a visão mineira sobre a fé, imprime nas imagens as influências pessoais do fotógrafo e revela a força do Romeiro como construção cultural, porém sem qualquer tentativa de doutrinação religiosa, mas apenas apresentando um olhar sobre a crença e a expressão de devoção de diferentes grupos sociais.

Os registros apresentados estão em sintonia entre a memória pessoal do fotógrafo, a representação cultural da fé e as manifestações sociais de devoção. Esse estudo traduz a sensível perspectiva de um evento religioso como formador da identidade cultural de parte de um país.

Os tons carregados de preto impressos nas fotografias destacam a influência do expressionismo na obra, ao mesmo tempo em que constrói uma linguagem dramática e repleta de simbolismo.

 

Dani Leela

Feminino Essencial

A mulher selvagem, primal, essencial, faz parte da saúde integral da psiquê feminina, em algum momento em nossas vidas emergirá de maneira visceral nos convidando a viver com mais dignidade.

Esta série manifesta a integração dessas mulheres, onde desnudar-se perante à própria natureza se transforma em um tipo de rito iniciático capaz de despertar um saber natural diante de texturas, sons, cheiros e formas projetadas ora na natureza externa, ora nas mais profundas nuances internas. Nesse estado, reconhece em si o poder criativo do ventre, aceita gestar e parir a si mesma e compreende de maneira mística seu lugar e poder inabalável diante do tempo e espaço, desde a Criação.

O resultado é um encontro transcendental com a beleza e a arte de ser divinamente humana.

Este é um livre estudo de imagens inspirado nas pesquisas da psicóloga junguiana Clarissa Pinkola Éstes e nos movimentos da alma de Bert Hellinger,   psicoterapeuta alemão, criador das constelações sistêmicas.

 

André Pessoa

Caranguejeiros

A proposta era documentar o ciclo do caranguejo desde a pesca até a chegada ao consumidor final.

A atividade, que é sustento de muitas famílias ribeirinhas em Antonina, se mostrou mais complexa. Mergulhar nesse ambiente proporcionou desvendar o ponto de vista de quem permite o acesso à iguaria: o pescador.

Ao acompanhar uma das famílias foi possível atestar que a pesca é uma arte, passada de geração a geração. Homens e meninos dividem experiências onde o tempo parece não ser fator determinante.

 

Abertura: 26 de Junho

Horário: 19h30

Local: Galeria Centro Europeu, Espaço Itaú de Cinema

Shopping Crystal (Piso L1) Rua Comendador Araújo, 731