Fotografia

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15 de fevereiro de 2018

Produção fotográfica pode despertar o fotógrafo que existe em você


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Uma aula que une a criatividade à relação estabelecida com o fotografado

É aspirante à fotógrafo, mas não sabe ao certo em qual nicho apostar? É bem possível que esse momento de despertar aconteça durante o aprendizado. Porém, a descoberta que resultar dele pode não ser compatível com aquilo que te motivou a buscar a fotografia. No Centro Europeu, há um módulo que costuma ser decisivo nesse sentido: o de produção.

Conforme a supervisora dos cursos de fotografia e artes visuais do Centro Europeu, Tania Buschman, que também ministra as aulas de produção fotográfica, o intuito principal dessas aulas é quebrar o gelo. “Esse é, muitas vezes, o primeiro contato do aluno com uma câmera apontada para alguém que está ali por mérito dele. E em outros cursos não se aprende a importância de cada detalhe para a produção”, explica. Mesmo em meio a produções de encher os olhos, a supervisora esclarece que o objetivo é que, mesmo com a responsabilidade, os alunos se soltem e criem empatia com o fotografado.

Para isso, a orientação é que busquem pessoas conhecidas, mas sem experiência como modelos. Além disso, devem manter como referência personagens que podem ser produzidos com mais do que uma mera fantasia. “A ideia é que experimentem a direção de pessoas comuns na fotografia e coloquem, de fato, a mão na massa para providenciar os pormenores da produção”, completa Tânia.

E foi isso que fez Marcela Kopp durante uma semana. Além da própria produção, ela se prontificou a ajudar uma colega de turma sendo sua modelo durante a sessão. “Sempre tive muito interesse por fotografia e aspectos como figurino e maquiagem, sempre me chamaram muito a atenção. Com o curso tenho me surpreendido cada vez mais e, nessa aula não foi diferente”, conta. Para ela, que produziu um fauno e foi fotografada como uma das personagens da franquia de filmes Silent Hill, a aula estimulou o olhar criativo e deu espaço para a turma se expressar e trocar experiências. “Não fazia ideia do que exigia uma produção. Fiquei impressionada com o resultado e gostaria muito de me aprofundar nessa parte”, ressalta.

O despertar veio acompanhado de outros aprendizados. Enquanto fotógrafa, ela diz ter percebido a dificuldade em dirigir pessoas comuns. “O rapaz que fotografei é amigo, mas foi difícil no início. Fomos testando ambientes e, aos poucos, nos soltamos”, lembra. Na posição de fotografada, por sua vez, ela se envolveu com outros detalhes, como a maquiagem. “Segui alguns tutoriais e tentei incorporar bem a personagem. O resultado me deixou bem satisfeita”, comemora.

O envolvimento do aluno com a prática é um dos principais pilares do Centro Europeu. Ficou interessado em saber mais sobre esses e outros módulos? Não deixe de entrar em contato conosco!

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