Cinema

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6 de junho de 2017

Lute como uma garota, a representatividade chega nas telonas!


Batman, Superman e Lanterna Verde já ocuparam o seu espaço no universo cinematográfico da DC. Mas chegou a hora de acrescentar representatividade e uma das personagens mais queridas dos quadrinhos dos heróis: Mulher Maravilha.

A heroína foi criada em 1941 por Moulton Marston e H. G. Peter. O contexto antecede o aspecto social da Segunda Guerra Mundial, onde as mulheres assumiram trabalhos em fábricas de navios, aeronaves, veículos e armamentos e os homens saíram de seus postos para lutar na guerra. A criação da Mulher Maravilha foi uma quebra de padrões e acabou se tornando um ícone do feminismo.

Apesar disso, Diana Carter nunca teve um grande destaque no cinema. A princesa das Amazonas tinha apenas com a série estrelada por Lynda Carter (em 1970), um filme em animação (2009) e agora conta com um live action, que estreou dia 1 de junho no Brasil. Foram inúmeras tentativas frustradas de levar sua história para as telas. Em 1999, Joel SIlver (Matrix) começa a trabalhar em uma adaptação da Mulher Maravilha no cinema e o papel ficaria por conta de Sandra Bullock. Entre 2001 e 2003, o mesmo roteiro passou pelas mãos de Todd Alcott, Becky Johnston, Philip Levens e Laeta Kalogridis até ser descartado. Em 2005, Joss Whedon foi contratado para roteirizar e dirigir o longa, mas acabou não saindo do papel. O diretor comentou que o motivo seria a falta de entusiasmo dos estúdios Warner Bros no projeto.

Somente em setembro de 2013 começaram a especular uma forte presença feminina no longa Batman VS Superman. Em dezembro do mesmo ano, Gal Gadot era confirmada para viver a Mulher Maravilha. A atriz sofreu duras críticas por parte dos fãs, por não ser tão “parruda” quanto a personagens nas HQs. Mas conquistou todos com sua performance carismática mantendo força e equilíbrio. Em busca da representatividade, os estúdios começam a dar espaço para as heroínas. O filme Mulher Maravilha conquistou o público e a crítica. Um grande avanço para as telonas!

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